Relógios: Rolex Company

A história: Em 1905, depois de estágios em relojoarias da Suíça, o alemão Hans Wilsdorf fundou com seu cunhado, o inglês Alfred Davis, a empresa Wilsdorf & Davis. Sediada em Londres, a empresa importava, montava e distribuía relógios com mecanismos suíços. O grande sucesso teve início com decisão tomada por Wilsdorf, no ano seguinte, em especializar-se somente em relógios de pulso, um mercado emergente naquela época. A produção incluía uma variedade de desenhos de caixas: casuais, formais e esportivas. Estes modelos eram vendidos para joalheiros, que posteriormente colocavam suas próprias marcas nos relógios. Por ser de fácil pronúncia em todos os países da Europa e curto o suficiente para se adequar a um mostrador de relógio, somente em 1908 o nome ROLEX foi adotado. A escolha do nome foi arbitrária, sem nenhum significado em especial, sendo a primeira marca a utilizar o sufixo “ex”. Porém, muitos acreditam que ROLEX provenha das palavras francesas “horlogerie exquise” (relojoaria requintada). Ele apostou nos relógios de pulso, pouco comuns na época em que se usavam peças de bolso. Mesmo sabendo que a precisão desses modelos precisava ser melhorada, pressentia que poderiam se tornar não apenas elegantes como também confiáveis. Foi criticado pelos conservadores, mas ganhou apoio dos atletas da época, que necessitavam consultar as horas de uma forma mais prática. Em 1910, Wilsdorf mandou um de seus relógios para ser testado na Escola de Horologia da Suíça. A ele foi concedida a primeira classificação de cronômetro para um relógio de pulso do mundo.
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Outra validação ocorreu em 1914, quando o Observatório Kew de Londres certificou um relógio de pulso ROLEX com sendo tão preciso quanto um cronômetro marítimo. Foi a primeira vez que um relógio de pulso recebeu o status de “cronômetro” - uma classificação que, mesmo nos dias de hoje, é obtida por relativamente poucos relógios. Ele reconhecia como as principais necessidades de um relógio: primeiramente manter a hora precisa. E segundo ser confiável. Com o prêmio de “Cronômetro”, a exatidão da medida do tempo foi considerada sob controle, e Wilsdorf começou a trabalhar na melhoria da confiabilidade de seus relógios. Um dos principais problemas daquele tempo eram a poeira, o calor e a umidade que entravam progressivamente, através do fundo da caixa e da coroa, danificando assim os intrincados movimentos mecânicos. Para resolvê-lo, desenvolveu uma revolucionária coroa com dupla trava que era rosqueada na caixa, como a escotilha de um submarino, para criar um selo hermético, garantia de proteção otimizada para o mecanismo. Era o surgimento, em 1926, do modelo OYSTER, primeiro relógio a prova d’água do mundo. O nome foi dado quando Wilsdorf relembrou sua dificuldade em abrir uma ostra em um jantar.
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O primeiro relógio à prova d’água foi inteligentemente anunciado ao redor do mundo, e a ROLEX soube tirar proveito publicitário de sua superior qualidade. Naquele tempo, o público era particularmente cético se o relógio seria realmente à prova d’água. Contudo, após ver um relógio dentro de um aquário em uma vitrine, muitas pessoas eram convencidas. Esta campanha gerou uma enorme divulgação da marca ROLEX. Outro episódio que gerou divulgação para a marca ocorreu, quando no ano seguinte, uma jovem nadadora inglesa, chamada Mercedes Gleitzer, cruzou a nado o Canal da Mancha, que liga a Inglaterra à França, com um Rolex Oyster no pulso. Para divulgar o grande feito, Wilsdorf colocou uma foto da nadadora no jornal Daily Mail, ressaltando o feito com a frase “O maravilhoso relógio que desafia os elementos: à prova de umidade. À prova de água. À prova de calor. À prova de vibração. À prova de frio. À prova de poeira”. Se o primeiro Oyster tinha um defeito, este era a sua coroa. O relógio era hermético apenas quando a coroa estivesse rosqueada. Para desencorajar as pessoas à brincarem com a coroa, Wilsdorf veio com uma outra inovação que impulsionou a indústria relojoeira ainda mais à frente.
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Em 1931 inventou o rotor “perpétuo”, que literalmente dava corda ao relógio a cada movimento do pulso do usuário através de uma placa de metal semicircular, que sob a ação da gravidade, movia-se livremente para carregar a corda do relógio. O primeiro relógio automático de sucesso tornou-se a pedra fundamental do império ROLEX. O modelo Oyster Perpetual é o que realmente faz um ROLEX ser um ROLEX. Este modelo já sobreviveu às profundezas do oceano com Jacques Piccard e à conquista do Everest com Sir Edmund Hillary. Ele manteve a sua precisão em temperaturas abaixo de zero no Ártico, no escaldante deserto do Saara e na ausência da gravidade no espaço. Ignorou acidentes de aviões, lanchas e naufrágios, quebrou a barreira do som e foi ejetado de um caça a 22.000 pés. Quando chegou a Segunda Guerra Mundial, o nome ROLEX tinha tanto prestígio na Grã-Bretanha que os pilotos da Real Força Aérea (RAF) rejeitavam relógios inferiores distribuídos pelo governo e usavam seus soldos para quase esgotar o estoque inglês do ROLEX Oyster Perpetuals. A gentileza era devidamente recompensada: qualquer prisioneiro de guerra britânico cujo ROLEX fosse confiscado precisava apenas escrever uma carta para Genebra para receber sua reposição. Soldados ianques voltavam para casa com um novo souvenir em seus pulsos. E assim o romance dos Estados Unidos com a ROLEX começou.
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-No início dos anos 50, graças ao domínio total das técnicas de precisão cronométrica e impermeabilidade, a ROLEX começou a desenvolver relógios usados como instrumentos profissionais, cujas funções iam muito além da simples indicação das horas. Esses relógios eram destinados a novas atividades, como mergulho profissional, aviação, alpinismo e exploração científica. Com isso, a fama da marca aumentou ainda mais, e ROLEX se tornou um grande símbolo de status pelo mundo afora. Em 1953, membros de uma vitoriosa expedição ao monte Everest, chefiada por Sir John Hunt, usaram o Rolex Oyster em mais um grande teste para a marca. Embora tenha vivido em Genebra por 40 anos, Wilsdorf nunca se tornou um cidadão suíço. Ele morreu como cidadão britânico em 1960. Dois anos após sua morte, o quadro de diretores da empresa nomeou André Heiniger, aos 41 anos de idade, como o novo diretor geral da empresa. Tendo trabalhado com Wilsdorf por 12 anos, ele compartilhava a visão de seu patrão para a empresa, bem como seu alto nível de energia. Todos estes traços provaram-se inestimáveis quando a indústria relojoeira suíça começou a cair no esquecimento.
--A explosão do quartzo no final da década de 60 quase varreu o relógio mecânico da história. Com a substituição do trabalho intensivo do artesanato pela tecnologia digital de baixo custo, os japoneses deixaram a indústria suíça em estado crítico. Enquanto a maioria das relojoarias de Genebra embarcava febrilmente na moda do quartzo, a ROLEX resolutamente se agarrava às suas armas mecânicas. Quando a poeira assentou, mais da metade dos produtores de relógios de Genebra havia falido. Um terço dos sobreviventes, incluindo nomes de prestígio como Omega, Longines, Tissot e Rado acabaram incorporados por consórcios de investidores privados para evitar a falência. Este destino não afligiria a ROLEX, porque Hans Wilsdorf, ainda em vida, garantiu que ela nunca seria vendida. Em 1944, quando ficou viúvo, criou uma fundação com seu nome que ficaria responsável por perpetuar a marca e doar parte dos lucros.
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-Para quem passou um século ganhando dinheiro com a contagem do tempo, a atitude chega a ser estranha. A ROLEX não festejou os 100 anos de história em 2008. A badalada grife não perdeu a hora, só não queria fazer alarde. Assim mesmo, sem anúncios. Apenas o relançamento do relógio Oyster Perpetual Day-Date, de 1956, ícone na história da marca por ser o primeiro a mostrar o dia da semana por extenso. Há quem ache heresia, mas o anti-marketing da ROLEX é o seu principal marketing. São raras as aparições de seus executivos na mídia. O curioso é que a marca, contudo, é muito falada. Estima-se que ela seja uma das maiores compradoras de ouro da Suíça, matéria-prima crucial na produção de seus relógios. Suas peças são desejadas no mundo inteiro e seu rótulo é facilmente reconhecido.
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1928 
 Lançamento do ROLEX Prince, com mostrador duplo e caixa retangular, que se tornou um campeão de vendas.
1931 Lançamento do ROLEX Perpetual Rotor, com mecanismo que viria a ser utilizado em todos os relógios do mundo.
1945
 Lançamento do ROLEX Oyster Datejust, primeiro relógio a mostrar a data automaticamente.
1953 Lançamento do ROLEX Oyster Submariner, um relógio resistente até 200 metros de profundidade.
1954
 Lançamento do ROLEX Oyster GMT Master, um relógio que possibilitava ver as horas em duas zonas diferentes. Este modelo foi originalmente desenvolvido a pedido da companhia aérea Pan Am Airways, para assistir seus pilotos em vôos transcontinentais.
1956 Lançamento do ROLEX Oyster Day-Date, relógio que não só mostrava o dia do mês como também o dia da semana em 26 idiomas diferentes.
1961
 Lançamento do ROLEX Cosmograph Daytona, primeiro relógio da série Oyster com cronógrafo. Este modelo, que possui mostrador chamativo com grandes índices, ficou famoso por ser usado pelo ator Paul Newman no final dos anos 60. Hoje, o modelo em aço inox com mostrador branco, igual ao que o ator utilizou é um dos relógios mais cobiçados dos Estados Unidos.
1971 Lançamento do ROLEX Sea-Dweller 2000, primeiro relógio de mergulho com garantia até 610 metros de profundidade.
1980
 Lançamento do ROLEX Sea-Dweller 4000, primeiro relógio de mergulho com garantia até 1.220 metros de profundidade.
1992
 Lançamento do ROLEX Yacht-Master, um relógio cronômetro que combina todas as qualidades da linha Oyster. A versão feminina e em tamanhos menores seria introduzida dois anos depois.


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A perfeição: Mais de 200 artesãos, relojoeiros e técnicos trabalharão em um relógio antes que ele adquira a certificação da ROLEX. Antes de sair de Genebra, cada relógio é submetido a rigorosos testes de controle de qualidade. Cada mostrador, aro e coroa serão checados e re-checados com relação a riscos, poeira e imperfeições estáticas. A distância microscópica entre os ponteiros de horas e minutos será caprichosamente calibrada para assegurar que permanecerão perfeitamente paralelos. Antes de chegar ao pulso do consumidor, uma pulseira de um relógio ROLEX é aberta e fechada aproximadamente 15 mil vezes para garantir sua qualidade. Uma câmara pressurizada irá certificar que cada relógio seja impermeável até uma profundidade de 330 pés (os modelos para mergulho Submariner e Sea-Dweeller são garantidos até 1.000 e 4.000 pés, respectivamente). E cada relógio deverá encarar um teste de precisão contra um relógio atômico, para que não perca mais que dois segundos durante um século. Apenas após passar por dezenas de testes um relógio recebe o selo ROLEX.
--Para fabricar a caixa de seus relógios a ROLEX utiliza o aço 904L, geralmente reservado a indústria química setor em que a máxima resistência a corrosão é essencial. Constituído de uma superliga, esse aço apresenta altíssimo grau de resistência e extrema facilidade no polimento. Esta atenção ao detalhe limita a produção da ROLEX entre 750.000 e 800.000 relógios por ano, baseada em uma estimativa da indústria. Atualmente sediada em Genebra, a ROLEX possui três edifícios base: a sede das Acácias, que abriga o comando administrativo; a sede de Chêne-Bourg, que desenvolve os mostradores e a joalheria; e a sede de Plan-les-Ouates, que faz as pulseiras. Há também uma quarta sede na cidade de Bienne apenas para os mecanismos da linha Oyster. A empresa não fabrica apenas os relógios, mas desde 2004, também funde três ligas exclusivas do ouro: amarelo, branco e rosa (patenteado de Everose).
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-O marketing: Sua comunicação é baseada em patrocínios de eventos esportivos, associação com artes clássicas e reconhecimento de pessoas apaixonadas por aventura. A marca tem uma ligação muito forte com o esporte, utilizando isso como uma potente ferramenta de marketing. A ROLEX fez a sua estréia no esporte em 1927 quando a nadadora Mercedes Gleitze atravessou o Canal da Mancha usando um Rolex Oyster, o primeiro relógio verdadeiramente à prova d'água. A travessia durou mais de dez horas e o relógio alcançou a outra margem em perfeito estado. Essa experiência deu origem ao conceito de Embaixadores – homens e mulheres cujas conquistas e audácias estiveram, em algum momento, associadas à superioridade da marca ROLEX. Atualmente a marca suíça tem com ambaixadores os tenistas Roger Federer e Andy Rodick, o cantor Michael Bublé, a atriz Carin Ashley, o piloto Tom Kristensen, o golfista Luke Donald, o tenor Plácido Domingo, a cantora Cecilia Bartoli, o esquiador Carlo Janka, o iatista Paul Cayard, o cavaleiro Rodrigo Pessoa e o iatista brasileiro Robert Scheidt.
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Desde 1933 a empresa tem sido parceira de expedições ao Himalaia e em 1953 o Oyster Perpetual foi o primeiro relógio a alcançar o ponto mais alto do mundo, o Everest, quando Sir Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norgay atingiram o cume. No iatismo, a parceria começou em 1958, na edição da Copa América em Newport, nos Estados Unidos, quando presenteou com relógios o vencedor da competição, como reconhecimento por sua conquista. Desde então a ROLEX está presente nos eventos mais importantes do mundo da vela, onde participam os melhores profissionais do esporte, grandes executivos além de nomes da realeza da Grã-Brebritânica, espanhola, dinamarquesa, grega e norueguesa. A ROLEX tem parcerias exclusivas com importantes iates clubes do mundo, como o New York Yacht Club (Estados Unidos), o Royal Yacht Squadron (Reino Unido), o St. Francis Yacht Club (Estados Unidos), o Cruising Yacht Club of Australia, o Royal Hong Kong Yacht Club, a Société Nautique de St-Tropez (França) e o Real Club Nautico de Valencia (Espanha). A ROLEX tem hoje parcerias internacionais com seis esportes:


● Iatismo – A parceria teve início nos anos 50.
● Golfe – Os laços entre a marca e o esporte foram criados em 1967, quando o golfista Arnold Palmer se tornou embaixador da ROLEX.
● Tênis - Desde 1978, quando a marca se tornou “Relógio Oficial” do tradicional torneio de Wimbledon.
● Hipismo – Está presente nas competições desde 1957.
● Esqui – A presença da marca nesse universo remonta a 1968, ano em que Jean-Claude Killy se tornou embaixador da ROLEX.
● Automobilismo – A presença da ROLEX nas competições automobilísticas remonta a década de 30. Atualmente a marca é o relógio oficial da renomada 24 horas de Le Mans.
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Os slogansThe Masterpiece of Watch Craftsmanship. (década 40)
The large ones of the world. (1950)
The Crown Of Achievement.
A Crown For Every Achievement.
 (Uma Coroa Para Cada Realização)


--Dados corporativos


● Origem: Inglaterra● Fundação: 1905 
● Fundador: Hans Wilsdorf & Alfred Davis● Sede mundial: Genebra, Suíça
● Proprietário da marca: Rolex S.A. Company● Capital aberto: Não
● CEO: Bruno Meier
● Faturamento: US$ 3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 6
● Pontos de venda: + 4.000
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim (35 revendedores autorizados)
● Produção: 750.000 relógios/ano
● Funcionários: 4.500
● Segmento: Relojoaria 
● Principais produtos: Relógios e cronômetros● Ícones: A coroa de seu logotipo e o relógio Oyster● Slogan: The Crown Of Achievement.
● Website: http://www.rolex.com/
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A marca no mundo: A empresa possui mais de 28 filiais no mundo, tendo seus exclusivos produtos, ao todo são mais de 170 modelos disponíveis, vendidos em 4.000 renomadas relojoarias e joalherias, além de 6 lojas próprias, em mais de 100 países com faturamento superior a US$ 3 bilhões.
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Você sabia?
 Foi no ano de 1919, pressionada pelos altos custos de importação impostos pelo governo inglês, que a empresa se mudou para a cidade de genebra na Suíça.
 Somente em 1925, depois de uma grande campanha publicitária, foi lançada a “coroinha”logotipo da ROLEX.
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-As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).-

BMW Motor Cars, Bayerische Motoren Werke

Quando aparecer em um retrovisor as tradicionais grades dianteiras gêmeas, o motorista, por mais alienado que seja, sabe que ali atrás está um mito, uma das marcas mais influentes do mundo no setor automobilístico: BMW. 
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A BMW (Bayerische Motoren Werke), “Fábrica de Motores da Baviera”, começou com uma origem modesta no dia 7 de março de 1916, quando foi fundada por Karl Friedrich Rapp e Gustav Otto após a fusão de dois fabricantes de motores de avião da cidade de Munique: a Rapp Motorenwerke, que havia sido fundada em 1913, e a Gustav Otto Flugmaschinfabrik. Pouco mais de um ano depois, a empresa foi rebatizada com o nome que mantém até hoje. A Primeira Guerra Mundial proporcionou um crescimento rápido à empresa, que logo construiu amplas instalações a leste do antigo aeródromo de Oberwiesenfeld em Munique. Até 1918, forneceu motores para aviões militares. Sua história começou a mudar quando o Tratado de Versalhes, assinado após o fim do conflito mundial, proibiu à Alemanha de fabricar motores para aviões durante cinco anos.
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A BMW então, passou a fornecer motores de quatro cilindros para caminhões e barcos. A empresa deve o sucesso de seus produtos na fase inicial ao visionário engenheiro Max Friz. Um motor de seis cilindros para aviões, desenvolvido por ele, valeu à empresa, em 1919, o primeiro recorde mundial de sua história: o de altitude de vôo, com 9.760 metros. Foi ele também que desenvolveu a primeira motocicleta da marca BMW, chamada R 32, com motor boxer de dois cilindros, lançada no Salão de Berlim em 1923. Utilizou o princípio de construção mantido até hoje nas motocicletas da marca: motor boxer e transmissão secundária por eixo cardan.
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Em 1928 comprou uma fábrica de carros em Eisenach/Thuringia e, junto com ela, uma licença para produzir um pequeno automóvel chamado Dixi, baseado no modelo inglês Austin Seven, com motor de válvulas laterais de 15 cv e 748 cc, que foi rebatizado com o nome de Dixi 3/15. O carrinho adquiriu grande popularidade, ajudando e muito a superar as dificuldades durante a grande crise econômica da época. Posteriormente, lançou-se no mercado o primeiro carro com logotipo BMW, também chamado 3/15, devido à sua semelhança com o modelo anterior. Até o início da década de 30, o aperfeiçoamento visual e técnico tinha sido tão importante que os automóveis produzidos não lembravam em nada os modelos originais. Eram, no entanto, desenhos provisórios, pois as oficinas da BMW já estavam desenvolvendo exemplares de uma série de carros com motor de seis válvulas, que fariam a empresa famosa em toda Europa e lhe proporcionariam, inclusive, grande fama nos circuitos esportivos. Portanto, o modelo 303, lançado em 1933, foi o verdadeiro antecessor dos atuais BMW. Este modelo foi o primeiro automóvel com as tradicionais grades dianteiras gêmeas, que se tornaram símbolos da marca alemã.
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No ano das Olimpíadas de Berlim, em 1936, introduziu no mercado o carro esportivo mais bem-sucedido da Europa na categoria de dois litros: o BMW 328. No fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a BMW estava totalmente destruída. Perderam-se as fábricas de Eisenach, Dürrerhof, Basdorf e Zühlsdorf. A sede em Munique também havia sido destruída. As forças aliadas vitoriosas proibiram a BMW de operar durante três anos devido à produção de motores de aviões e foguetes que ajudaram o regime nazista. Em 1948, a motocicleta BMW R4, com motor de um cilindro, saiu das linhas de produção da fábrica de Munique sendo o primeiro produto pós-guerra da marca alemã. Somente em 1951 a empresa produziu seu primeiro automóvel pós-guerra, o modelo 501. Entrou em produção no ano seguinte, mas foi um fracasso financeiro.
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Em 1962, o modelo 1500 estabeleceu a tendência da filosofia de designer da empresa. Foi o primeiro de uma nova categoria de automóveis esportivos e compactos de turismo. Nas décadas seguintes a BMW, além de lançar modelos históricos, introduziu tecnologia de ponta, como em 1979 quando desenvolveu a primeira eletrônica digital para motores; fornecendo o primeiro modelo BMW de carro blindado; e iniciando pesquisas para o desenvolvimento de motores de hidrogênio; ou como na década de 80 quando o sistema de freios ABS foi adotado na produção em série, além dos primeiros modelos europeus equipados com catalisador (1984). No ano da queda do muro de Berlim em 1989, a BMW atingiu mais um recorde com a produção de meio milhão de automóveis. A partir dos anos 90 a montadora alemã iniciou uma enorme diversificação em sua linha de produtos, ingressando em novos segmentos com o lançamento de modelos roadster, utilitários esportivos e até uma série de veículos compactos. Recentemente a BMW anunciou que vai ressuscitar a antiga marca Isetta, mas dessa vez, a proposta será um modelo de carro urbano compacto com motor elétrico na parte traseira e baterias de íons de lítio sob o assoalho. O nome será alterado para “i-Setta” e a marca será a responsável pelas vendas do futuro modelo derivado do projeto MegaCity na Europa a partir de 2012. A Isetta ficou conhecida no Brasil pela associação às indústrias Romi, que passou a produzir o modelo no país a partir de 1956. O “Romi-Isetta” foi o primeiro carro produzido no Brasil.
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1956
 Lançamento do modelo BMW 507, um raro exemplar para os colecionadores mais abastados.
1971
 “Só um BMW ultrapassa um BMW”, dizia a publicidade da marca no início dos anos 70. E oBMW 2002, principalmente na versão Tii, fazia jus ao anúncio. Produzido até 1975, foi um dos cupês mais importantes da década.
1972  Durante o ano das Olimpíadas de Munique, é produzido o primeiro automóvel da Série 5. Esta série englobou modelos de sucesso como o 520i (1972), 518 (1974), 528i (1975), 530i (1975) e M535i (1979). Com mais de 5 milhões de unidades vendidas em toda sua história, esta série está na sua sexta geração.
1973
 Lançamento do BMW 2001, o primeiro carro turbo produzido em série do mundo.
1975  Surgimento do primeiro automóvel da Série 3 em substituição a linha 1600/2002, inicialmente disponível em três versões: 316 (1.6l), 318 (1.8l) e 320 (2.0l). Esta série, que atualmente está na sua quinta geração, é a de maior vendagem da marca alemã.
1976
 Apresentação dos cupês da Série 6, sucessores do modelo E8. Atualmente esta linha, que está na sua segunda geração, oferece modelos como o 630i, 650i e M6.
1977  Lançamento da Série 7, uma linha que incluía os veículos mais luxuosos da marca alemã. Inicialmente esta série oferecia os modelos 725, 728 e 730. Atualmente em sua quinta geração, a série oferece os luxuosos sedãs 760Li, 750i e 740i, todos introduzidos em 2009.
1985
 O modelo 325 iX torna-se o primeiro com tração nas quatro rodas.
1988  Lançamento do modelo Z1 ROADSTER, um esportivo conversível de dois lugres que tinha como maior particularidade as portas que se abriam recolhendo para baixo. O modelo foi produzido até 1991 com apenas 8.000 unidades comercializadas.
 Lançamento da K 100, única motocicleta do mundo equipada com ABS e catalisador.
1990  Lançamento da Série 8, uma linha de automóveis equipados com motores de doze cilindros. O modelo mais famoso da linha foi o BMW 850i, que deu continuidade a grande tradição da marca alemã reinterpretada em novo tempo: era uma série completamente nova, com capacidades e feitos técnicos nunca vistos. A marca otimizou todos os aspectos do carro e estabeleceu padrões bem elevados, criando assim a aura original do cupê.
1996
 Lançamento do BMW Z3, primeiro carro da montadora não produzido na Alemanha. O modelo ganhou fama através do filme 007 Golden Eye, no qual o famoso agente secreto James Bond conduzia o modelo por estradas cubanas. Foi produzido até 2002.
1998
 Lançamento do BMW X5, primeiro veículo esportivo utilitário da marca, que se tornou um de seus maiores sucessos.
2000
 Lançamento da BMW C1, uma scooter fechada com teto de vidro de 125 cilindradas, desenvolvida em parceria com a Bertone. Apesar de inovador este modelo, comercializado somente na Europa, não fez o sucesso esperado e parou de ser fabricado em 2003.
2003  Lançamento do BMW Z4, desenhado por Chris Bangle e introduzido no mercado como substituto do famoso modelo Z3. Este modelo é considerado a melhor definição de prazer quando o assunto é dirigir. Com motor de 6 cilindros em linha twin turbo, um dos carros mais cobiçados por todo o mundo mostra ao que veio com seus 306CV de potência. Rodas de 19” e a tradicional grade frontal da marca alemã fazem o inconfundível roadster da BMW ser puro estilo. Este roadster conversível de 2 lugares ganhou sua versão cupê em 2005.
 Apresentação do BMW X3, um utilitário esportivo compacto.
2004
 Lançamento da BMW Series 1, uma linha de automóveis compactos que estreou com um modelo hatchback de cinco portas. A partir de 2007, a série estreou uma versão cupê (berlina de 3 portas) e uma versão cabriolet (conversível), com capota em lona. Fazem parte desta linha modelos como o 118i e o 120i.
2008
 Lançamento do BMW X6, um utilitário esportivo que mistura características dos modelos X5 (estilo e tamanho) e Série 6 (frente, espaço interno e sofisticação).
2009
 Apresentação do BMW X1, um pequeno e compacto utilitário esportivo que mais parece uma perua. O novo modelo é equipado com todo tipo de auxílios eletrônicos á direção, incluindo controle de estabilidade, distribuição eletrônica de frenagem e controle dinâmico de tração. Além disso, três tetos estão disponíveis: solar convencional, solar duplo e panorâmico.
 Lançamento do BMW 5 Series Gran Turismo, combinação perfeita da elegância de um sedã, flexibilidade de uma touring e posição elevada dos bancos de um SUV. Com design elegante, interior luxuoso e espaço generoso para todos os passageiros, este modelo é surpreendentemente versátil.
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A montadora alemã utiliza nomenclaturas, três dígitos numéricos seguidos de uma ou duas letras, para identificar seus modelos. O primeiro número é a série do automóvel. Os dois próximos números representam a deslocação do motor em litros multiplicados por 10. As letras significam:a = transmissão automáticad = dieseli = injeção de combustívelx = all wheel drives = esportel = long wheel basez = veículo de dois lugares (roadster), c = cupê ou conversívelh = hidrogênioM = motorsport (designa os modelos de alta performance de cada série). Por exemplo, o modelo 760il é um automóvel da série 7, com motor 6.0l movido à gasolina. Recentemente, a marca alemã registrou a letra “i” para a denominação de sua nova linha de automóveis ecológicos. 
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O logotipo circular da BMW é uma lembrança do produto original produzido pela empresa alemã: o avião. Lembra uma hélice em rotação vista de frente. Isto porque muitos aviões eram pintados com as cores das suas regiões e aqueles da “Bavarian Luftwaffe” estavam pintados de azul e branco, correspondendo às cores do Brasão da Baviera. Diz-se que um piloto viu a hélice com alternados segmentos de branco e azul, e daí surgiu a idéia para a concepção do logotipo. Ele foi criado depois que Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15 de 1928. Ao longo dos tempos o logotipo sofreu pequenas alterações bastante suaves aos olhos dos consumidores.
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Os slogans Em 1975 surgia o mais poderoso e influente slogan na história da indústria automobilística: “The Ultimate Drive Machine”. Seria difícil ou pouco provável substituí-lo. Mas em 1993, a BMW tornou-se o foco das atenções no IAA (Internationale Automobil-Ausstellung) em Frankfurt, quando lançou um novo conceito sob o slogan “Mobilidade é vida”.
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Atualmente a marca utiliza o slogan global “Sheer Driving Pleasure” (Puro prazer em dirigir). -
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● Origem: Alemanha 
● Fundação: 7 de março de 1916 ● Fundador: Karl Friedrich Rapp e Gustav Otto 
● Sede: Munique, Bavária, Alemanha
● Proprietário da marca: Bayerische Motoren Werke AG 
● Chairman: Joachim Milberg
● CEO: Norbert Reithofer
● Fábricas: 24
● Funcionários: 96.230
● Outros negócios: Mini e Rolls-Royce
● Website: www.bmw.com
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 Um pacote majoritário das ações da BMW, no valor de €12 bilhões, encontra-se em mãos da poderosa família Quandt, de origem holandesa calvinista, que imigrou para a Alemanha em 1700. Foi em 1959, que Herbert Quandt assumiu o controle da empresa, ao aumentar sua participação acionária, quando a empresa atravessava então uma séria crise, evitando assim que ela fosse à falência.
 A BMW ingressou na F1 em 1982 quando forneceu motores para a Brabham de Nelson Piquet. A montadora alemã se retirou da categoria em 2009, quando já atuava como uma equipe própria. Ao todo foram 20 vitórias na categoria, 76 pódios, 33 pole positions e um título de piloto.
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Armas: Glock, melhor pistola de plastico do mundo.


Precisão, confiabilidade e segurança, tanto na defesa como no ataque. Foi com essas características que as pistolas austríacas GLOCK conquistaram forças policiais e militares do mundo inteiro, incluindo o FBI, o US Navy Seals (principal força de operações especiais da Marinha americana), e também a Polícia Federal no Brasil.

A históriaTudo começou no ano de 1963 em Deutsch-Wagram, uma pequena cidade austríaca perto de Viena, quando o engenheiro Gaston Glock, especializado em ligas e combinações de aço e polímeros, resolveu fundar uma empresa para fabricar inicialmente produtos de metalurgia e de plástico, como dobradiças e maçanetas. Já na década seguinte a empresa se tornou fornecedora de acessórios para metralhadoras, granadas de exercício, coldres, facas e pás de campo para as forças armadas de seu país.


A história da empresa começou a mudar de rumo em 1980 quando o exército austríaco abriu uma concorrência para a aquisição de uma nova pistola de porte semi-automática para seus militares. Entre os requisitos exigidos estavam que essa pistola deveria ser em calibre 9 mm, ter capacidade para, pelo menos, 8 cartuchos, ser ambidestra, poder ser desmontada sem nenhuma ferramenta, ter menos que 58 peças que poderiam ser trocadas sem maiores ajustes e ainda ser capaz de disparar 10.000 tiros apresentando, no máximo, 20 falhas. O exército da Áustria chamava a pistola desta licitação de “P-80”. Foi então que o Sr. Gaston fez uma pesquisa com diversos especialistas do segmento de segurança pública, militares e atiradores civis para coletar informações do que seria a pistola ideal. Após seis meses de intensas pesquisas, ele apresentou sua pistola que deveria ser posta para avaliação do exército austríaco e verificar se esta preenchia as duras exigências operacionais daquela força.


Esta nova pistola foi batizada de GLOCK 17, o que pode ser chamada de a “mãe” das pistolas GLOCK. A pistola passou pelo teste do exército austríaco e falhou uma única vez em ejetar um estojo deflagrado durante 10.000 tiros disparados em 5 horas onde vários atiradores se revezaram para manter a arma atirando ininterruptamente. Outros testes como mergulhá-la em água salgada, enterrá-la na lama com o ferrolho aberto, expô-la a temperaturas congelantes de 24º à baixo de zero, foram executados na GLOCK 17, tendo a pistola passado com louvor por todo esse “inferno” avaliativo. A GLOCK 17 não foi a primeira pistola com carregador de grande capacidade, nem a primeira com frame de polímero, nem a primeira sem cão externo. Sua originalidade resultou no sistema de funcionamento, batizado de “Safe Action”, que permitiu a eliminação de seguranças manuais. Isto porque esse sistema permitia carregar a arma com um cartucho na câmara com segurança total e os tiros, do primeiro ao último, requeriam que se apertasse o gatilho. A combinação de elementos e a eliminação de dispositivos manuais de segurança permitiam ao atirador concentrar-se mais na tática e no disparo, sem distrações produzidas pela manipulação da arma.


Em 1983 a GLOCK 17 foi, oficialmente, adotada pelo exército austríaco, que fez um pedido inicial de 30.000 unidades, e a partir daí a “pistola de plástico” como a mídia a chamava passou a ser o centro das atenções em muitas conversas entre apreciadores de armas. Aos poucos a nova pistola foi vencendo a desconfiança inicial e foi adotada também pelas forças norueguesas. A consolidação mundial de suas pistolas ocorreu em 1985 quando a empresa montou uma fábrica nos Estados Unidos para alcançar este gigantesco mercado, sendo adotada por inúmeras forças policiais americanas. Era o reconhecimento, não somente da qualidade, mas também da confiabilidade de suas pistolas. Ao perceber que aumentavam os pedidos, a GLOCK foi introduzindo novos modelos de pistolas e ampliando sua área de influência. Apresentaram assim aGLOCK 18, de tiro automático para uso militar e policial, depois a compacta 19 e a esportiva 17L. Pouco depois, em 1988, outra fábrica foi inaugurada em Hong Kong para atender o mercado asiático e australiano. Nesta época a empresa lançou mais dois modelos de pistolas: GLOCK 20(10 mm auto) e GLOCK 21 (.45 auto). Em 1990 centralizou suas operações para América Latina no Uruguai. Com o calibre .40 ganhando enorme popularidade nos Estados Unidos, a empresa apresentou duas grandes novidades: GLOCK 22 e GLOCK 23. Em meados desta década as pistolas GLOCK já eram amplamente adotadas, e também preferidas, pelas principais forças policiais e forças especiais dos Estados Unidos.


Nos anos seguintes a empresa diversificou ainda mais sua linha de produtos com o lançamento de produtos de enorme sucesso, como por exemplo, a GLOCK 25 (1995), pistola calibre .380 auto; GLOCK 26 (1995), pistola subcompacta, uma derivação da original com cano curto, que utiliza a munição 9mm; GLOCK 27 (1995), pistola com calibre .40; GLOCK 28 (1996), pistola subcompacta com calibre .380; GLOCK 29 (1997), pistola subcompacta calibre 10mm auto;GLOCK 30 (1997), pistola subcompacta calibre .45 auto; GLOCK 31 (1998), pistola calibre .357; eGLOCK 37, pistola calibre .45. No Brasil há apenas dois modelos disponíveis para o uso civil, G25 e G28, todos com o calibre .380 Auto. Os modelos 9 mm são de uso exclusivo das forças armadas e da Polícia Federal.


Recentemente a empresa ampliou sua linha de pistolas de 4ª geração, batizadas de GLOCK Gen4. Esta nova geração foi criada para tornar as pistolas mais competitivas no enorme mercado americano, onde armas ergonomicamente adaptáveis à vários tipos e tamanhos de atiradores fazem grande sucesso e obtêm a preferência nas licitações de forças policiais que têm em seus quadros tanto policiais femininas de 1.55m quanto policiais homens com mais de 2m de altura.


Porque tanto sucesso?As pistolas GLOCK se tornaram as preferidas e com grande aceitação entre forças paramilitares e policiais no mundo. Esse enorme sucesso, em boa parte, é devido à ação do tipo safe action(ação segura), patenteado pela empresa, que se caracteriza por um conjunto de três travas internas automaticamente liberadas quando do acionamento do gatilho, permitindo, assim, o disparo. Não se trata nem de ação simples, tampouco de ação dupla. É um sistema próprio da GLOCK. Essa pistola não possui travas externas, sendo esse um dos motivos pelos quais pessoas que não conhecem essa arma a considerem como não segura. A primeira trava encontra-se no próprio gatilho. Trata-se de uma lingueta que só permite o curso do gatilho quando este é pressionado pelo dedo do atirador no momento do tiro. A segunda trava é a do percursor (firepin), que só é liberado após o acionamento do gatilho, permitindo, assim, o disparo. A terceira trava evita o disparo acidental por queda do armamento. Ao contrário do que muitos pensam, a GLOCK, quando está com munição na câmara, não está “engatilhada”. O acionamento do gatilho termina de empurrar o percursor para trás, armando o mecanismo, que só é liberado no final do curso do gatilho. Assim, a GLOCK, mesmo com munição na câmara, não pode efetuar disparos acidentais, pois o mecanismo de disparo só é “engatilhado”, no final do curso do gatilho. Esse sistema elimina as inconvenientes travas externas que costumam atrapalhar o saque rápido, seja acoplada em trajes civis ou mesmo no coldre. Por isso a GLOCK é considerada uma das armas mais seguras e mais indicadas para o uso policial no mundo inteiro.


Dados corporativos● Origem: Áustria● Fundação: 1963● Fundador: Gaston Glock● Sede mundial: Deutsch-Wagram, Áustria● Proprietário da marca: Glock Ges.m.b.H.● Capital aberto: Não
● Chairman: Gaston Glock● Faturamento: Não divulgado● Lucro: Não divulgado● Presença global: + 50 países● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 600● Segmento: Segurança● Principais produtos: Pistolas, carregadores e acessórios● Concorrentes diretos: Smith & Wesson, Ruger, Taurus, Colt e Beretta● Ícones: O sistema Safe Action● Slogan: Perfection.● Website: www.glock.com

A marca no mundoAtualmente a GLOCK, que produz pistolas nos calibres 9 mm, 10 mm, .357, .380, .40 e .45, comercializa seus produtos, que incluem ainda carregadores, cartuchos, lanternas, miras e armas esportivas, em mais de 50 países ao redor do mundo. Até os dias de hoje já foram produzidas mais de 5.5 milhões de pistolas, que são utilizadas por forças policiais e militares, grupos especiais e agências de segurança em 48 países.

Você sabia? A GLOCK marcou o uso definitivo do polímero no chassi das pistolas, estabeleceu padrões e regras de simplicidade e robustez e seu sistema Safe Action, devidamente patenteado, não tem sido superado.
 A GLOCK se tornou conhecida em todo o mundo como “pistola de plástico”. Recebeu esse nome devido ao grande número de peças feitas em material sintético especial de grande densidade.

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

GOYARD, maior referência de luxo em malas e bolsas.


A francesa GOYARD é um verdadeiro mito nos mercados onde atua. A marca, extremamente exclusiva e seletiva, tem um grande foco na personalização, que existe de várias formas, desde os baús e malas feitos completamente sob encomenda até as iniciais e faixas que são pintadas nos produtos, de forma que os clientes possam ter algo único, o que é o verdadeiro significado do luxo. Responsável por criar acessórios eternos do estilista Karl Lagerfeld e da Duquesa de Windsor, a marca traz em seus detalhes o melhor da sofisticação e exclusividade francesa.



  

Tudo começou com François Goyard, um jovem artesão que veio da Borgonha para Paris, em 1845, com o objetivo de trabalhar como aprendiz na Maison Morel, fundada em 1792 e então maior e mais prestigiosa fabricante de baús de viagem, caixinhas, cofrinhos e embalagens, que na época era um verdadeiro must entre a nobreza francesa. Em oito anos, ele se transformou no herdeiro profissional do célebre Monsier Henri Morel e teve então uma idéia muito original e ousada: abriu uma loja ao público, em 1853, no número 233 da lendária Rue Saint-Honoré (onde está até hoje, no mesmo prédio) e começou a oferecer suas requintadas criações que levavam o requinte e luxo na hora de viajar, iniciando o negócio, batizado de La Maison Goyard, que foi seria expandido nas três décadas seguintes, por seu filho Edmond. Entre as inovações da GOYARD na época, destacam-se a abertura de filiais nos luxuosos destinos de férias dos ricos como Bordeaux, Biarritz e Monte Carlo, e de corners dentro das lojas de John Wanamaker, considerado pai do conceito de loja de departamento, nas cidades de Filadélfia e Nova York. Além disso, a marca sempre optou por utilizar cânhamo, linho e algodão de primeira classe em seus produtos.

Na virada do século, Edmond resolveu participar de várias feiras e exposições internacionais, conquistando inúmeros prêmios e aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nesta época, a GOYARD abriu um departamento especificamente para atender aos proprietários de animais de estimação, entre eles cachorros, gatos e até macaquinhos, que queriam seus bichanos vestidos com acessórios da grife francesa como sapatinhos, coleiras e caixas de transporte. Rapidamente a GOYARD se tornou a favorita da aristocracia européia conquistando também clientes fiéis ao redor do mundo como o bilionário americano John Rockfeller, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o escritor escocês Conan Doyle, o Duque e a Duquesa de Windsor, o Marajá de Kapurthala, o pintor Pablo Picasso e Gregory Peck.


No dia 3 de dezembro de 1931 a GOYARD oficialmente obteve a patente do Malle Bureau, um baú de viagem que poderia ser convertido em um pequeno mobiliário, com uma mesa capaz de acomodar uma máquina de escrever. Ao contrário da rival Louis Vuitton, que se tornou um colosso nas mãos de Bernard Arnault, hoje proprietário do maior conglomerado de luxo do mundo, a GOYARD se manteve pequena e fiel às suas origens, fabricando todas as suas malas artesanalmente, inclusive as costuras, e unindo forças com outras marcas tradicionalíssimas, como os caviares da Prunier, para produzir malas e baús de viagem sofisticados para se carregar de tudo, desde escritórios portáteis a equipamentos necessários para jogar pólo (da sela ao chicotinho) ou degustar um champanhe ou um chá a qualquer instante.

Na década de 90 a empresa foi adquirida pela família Signoles, que rapidamente começou a introduzir bolsas mais modernas e com diferentes colorações e padrões. Nas últimas duas décadas, a Maison francesa caiu no gosto das celebridades por ser prática e exclusiva. Todas as peças podem ganhar listras e as iniciais de sua proprietária com serviços de personalização. Redescoberta por celebridades e fashionistas, a GOYARD voltou às páginas das revistas de moda graças à bolsa-fetiche Saint Louis Tote, vendida em três tamanhos e com uma exuberante cartela de cores. Outro modelo de sucesso é a shopping bag, que vem acompanhada com uma carteira pendurada, e tem várias opções de cores como verde, amarelo, laranja, azul, vinho e vermelho.

Devido ao enorme sucesso de seu exclusivo monograma (batizado de Goyard Chevron), clássica estampa com espécies de galhos entrelaçados em tons de preto, bege e marrom, a grife francesa expandiu suas operações para os Estados Unidos, Hong Kong e Japão, mercados ávidos por produtos luxuosos e sofisticados. No ano 2000, a marca alcançou grande popularidade ao iniciar uma parceria bem sucedida para venda de seus exclusivos produtos com a loja de departamentos de luxo Barneys New York. Mais recentemente, em 2008, a tradicional marca francesa produtora de baús, malas, bolsas, carteiras, entre outros itens sofisticados como guarda-chuva, inaugurou sua loja na Villa Daslu em São Paulo, primeira unidade localizada no hemisfério sul. A loja da GOYARD oferecia um atelier com uma artista que fazia a personalização das malas com as iniciais da compradora. As paredes da loja eram idênticas às da loja original na Rue Saint Honoré em Paris.


● Origem: França
● Fundação: 1853
● Fundador: François Goyard
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: La Maison Goyard
● Capital aberto: Não
● Chairman & CEO:
 Jean-Michel Signoles
● Lojas: 15
● Presença global: 40 países
● Funcionários: 350
● Segmento: Acessórios de luxo

● Principais concorrentes: Louis Vuitton, Bottega Veneta e Hermès
● Ícones: As bolsas coloridas St. Louis Tote
● Slogan: 
Malletier depuis 1853.
● Website: www.goyard.com

A GOYARD possui apenas 15 lojas ao redor do mundo espalhadas por cidades como Paris, Nova York, São Paulo, Hong Kong, Londres, Kuwait City, Seul, Osaka, Tókio, Boston, Beverly Hills ou São Francisco; e poucas e exclusivas lojas de departamento, entre elas a Bergdorf Goodman e Barneys de Nova York, vendem seus cobiçados e caros produtos. Hoje em dia, a GOYARD produz ordens especiais e peças sob encomenda, feita em Carcassonne no interior da França.


Ao longo desses mais de 150 anos, a GOYARD se transformou no supra-sumo do que se pode ter em malas, sacolas e congêneres, acima até dos padrões de seus igualmente célebres concorrentes Louis Vuitton e Hermès.







Watches: Time stops him - Nicolas G. Hayek 1928–2010

       

"Communiqué Breguet :
L'Abbaye, June 28th 2010.
It is with deep sadness and regret that Montres Breguet announces the passing of its President and CEO, Mr. Nicolas Georges Hayek, due to heart failure during work at Swatch Group.
Since 1999, Nicolas G. Hayek was personally involved in the daily management of Breguet, raising the brand to unprecedented heights. Today, the entire Breguet personnel is extremely sad to have lost their dear and profoundly esteemed President. All are proud to have known him and will make it a point of honour to pursue the path traced by this great visionary.
Communiqué Swatch Group :
Biel/Bienne, 28 June 2010 - With deep sadness and regret we inform you that Mr. Nicolas G. Hayek, Chairman and Delegate of the Board of Directors of The Swatch Group Ltd. unexpectedly passed away today due to heart failure during work at his beloved Swatch Group.
Mr. Nicolas G. Hayek's greatest merit was his enormous contribution to the saving of the Swiss watch industry and the foundation and the commercial development of the Swatch Group. Mr. Nicolas G. Hayek's extraordinary vision enabled him to realize and ensure the sustainability of a strong watchmaking enterprise with high Swiss added value. He is rightly recognized as a leading entrepreneur in this country.
With the right personnel decisions, Mr. Nicolas G. Hayek also ensured that his ideas and beliefs will live on and that continuity is guaranteed in regard of shareholders, Board of Directors and the Group Management Board."



The death of Nicolas Hayek this week is the passing of a legend. He will forever be credited with engineering the rebirth of the Swiss watch industry. He had his admirers and detractors as a dynamic entrepreneur, but he undeniably possessed a gift for envisioning possibilities in products that others would never even consider. There is a lot of news about Hayek, we prefer use the oficial text from Breguet, his prefered brand. Marc

Dia do Fusca

22 de Junho, dia do Fusca. Poucos sabem mas o nome original do carro encomendado por Hitler a Porsche nao foi "O Carro do Povo", ou Volkswagen, mas Kdf-Wagen - Kraft Durch Freude. "O Poder pela Alegria" em Alemão. Kdf era uma organização política da época na Alemanha.

Porsche (esquerda) apresenta seu projeto a Hitler: o Kdf-Wagen.

Mais sobre Fusca no:  http://www.kdf-wagen.de/

Marc

Love Never Dies: Opening night is finally here, March 10.

The principal characters of The Phantom of the Opera continue their stories in Andrew Lloyd Webber’s Love Never Dies (http://www.loveneverdies.com/). Ten years after the mysterious disappearance of The Phantom (Ramin Karimloo) from the Paris Opera House, Christine Daaé (Sierra Boggess) accepts an offer to come to America and perform at New York’s fabulous new playground of the world in Coney Island.
Arriving in New York with her husband Raoul and their son Gustave, Christine soon discovers the identity of the anonymous impresario who has lured her from France to sing.
After weeks of previews and several months of suspense, the day is finally here as this evening marks the world public premiere of Love Never Dies at West Side in London’s Adelphi Theatre.



Sierra began her career as an understudy for Cosette on Les Misérables. Her previous work includes West Side Story (Maria), Sweet Charity (Charity) and her big break came playing Christine in Phantom — The Las Vegas Spectacular at The Venetian.

Enjoy!

Mark

O Melhor Marketing para Vodca: Absolut

A fama da Absolut é resultado de uma longa campanha publicitária, baseada no formato de suas garrafas. A campanha foi iniciada na década de 80, e é uma das mais longas campanhas do mundo. Muitas vezes o consumidor desejava mais a garrafa do que o próprio conteúdo, gerando uma série de colecionadores ao redor do mundo.
Em 2008 a fabricante sueca Vin & Spirit, dona Absolut foi vendida por 5,6 bilhôes de euros à francesa Pernod Ricard tornando-se líder mundial da indústria de bebidas destiladas e vinhos.
A origem da Absolut, vem da suécia, fundada em 1879 por L.O. Smith na pequena Åhus, e revolucionou a fabricação de vodca por meio do processo de destilação contínua. A Absolut, além do marketing diferenciado, partiu para a criação de vodcas com sabores. A primeira delas foi sabor pimenta, e não parou mais.


Absolut Peppar (1986, pimenta chili), Absolut Citron (1988, limão), Absolut Kurant (1992, groselha), Absolut Mandrin (1999, laranja e tangerina), Absolut Vanilia (2003, baunilha), Absolut Raspberri (2004, framboesa), Absolut Apeach (2005, pêssego), Absolut Ruby Red (2006, toronja=pomelo+laranja), Absolut Pears (2007, pêra), Absolut Mango (2008, manga), Absolut Los Angeles (2010, açaí, romã e mirtilo).
Além dos sabores, a inovação continuou para as edições especiais, como a Disco (2007), Masquerade (2008), Rock (2009) e Mini Bar (2009).

Se beber não dirija, se dirijir não beba, não beba ao dirijir, não dirija ao beber, etc, etc. 


Mark

Welcome!

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This blog is to share good life experiences. See us at:


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